Um caso diagnosticado como Endometriose – Apometria

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Análise de Caso – Um caso diagnosticado como Endometriose – Apometria

Análise de Caso - Apometria

NOTA:

1° A Apometria tem sua atuação a partir do campo espiritual, em planos e corpos situados na dimensão espiritual. Todos os casos analisados são portanto referentes a aplicação nestes planos sutis e nos corpos sutis (também denominado perispírito).

2° Os diagnósticos realizados na apometria são identificados em trabalhos espirituais. Jamais deve-se tomar um caso pelo outro. Porquanto, um determinado problema que se manifesta no corpo físico e na vida da pessoa, pode ter origem diversa e somente em um trabalho apométrico poderá ser identificado a raiz do problema.

3° Por atuar no plano espiritual e corpos espirituais, o trabalho apométrico não interfere no tratamento médico. Todo e qualquer tratamento médico deve ser conduzido conforme prescrição médica.

4° Todos os dados são tratados de forma sigilosa. Nome ou qualquer outro dado de identificação descritos na análise são alterados com este propósito.

5° Na análise de casos, apenas são relatados um parte menor que foi extraído do trabalho realizado. O objetivo é de ilustrar algumas situações que demonstrem o campo de aplicação das técnicas apométricas.  No Estudo de Caso (realizado nos cursos), o trabalho realizado é abordado com todos os detalhes e nuances.

Análise

Em certa ocasião tivemos uma pessoa que nos procurou.

Como de praxe, os trabalhos iniciaram com uma oração, com todos os presentes participando deste momento de comunhão. Em ato contínuo, foi realizado uma preleção, tratando de um tema qualquer visando a elevação dos pensamentos e esclarecimento quanto o Evangelho de Jesus.

Sem maiores detalhes, eis que chegou o momento da realização do trabalho de apometria. Cristina, 25 anos, solteira. Sentia dores na relação sexual e seu caso foi diagnosticado como endometriose. Havia o risco de não poder ter filhos. Uma suspeita que não havia sido ainda declarada oficialmente.

Realizado a abertura dos trabalhos, foram identificados espíritos cobradores. Em uma de suas vidas passadas, Cristina foi homem. Uma espécie de cientista e ao qual realizou algumas experiências. Sem entrar em pormenores, suas experiências visavam dificultar o nascimento do bêbe. Para isso costurava-se o órgão sexual feminino. Mães e crianças que foram prejudicados com essa atitude estavam perseguindo Cristina, causando-lhe dores.

Esses espíritos foram esclarecidos. Foram mostrados aos mesmos porque passaram por essa situação.

Em outras vidas Cristina realizou em si alguns abortos. Em todas essas vezes que apareceram no passado, o espírito abortado era a mesma criança.

Ocorreu a manifestação dessa criança em vários médiuns. Em cada médium onde ocorreu a sintonia / incorporação, apresentou-se a personalidade da criança que foi abortada em cada uma das vidas. Cada personalidade sintonizada relatou a forma como foi abortada. Cada uma delas sentia a dor que lhe foi infligida.

O corpo espiritual desta criança estava sintonizado junto ao Duplo Etérico da Cristina. As dores as quais este espírito sentia eram vibradas e chegavam até o corpo energético dela e isso acabava por refletir no corpo físico.

Foi sintonizado o corpo duplo etérico e reconstituida toda a região afetada. A criança e suas personalidades foram tratadas, tendo sido esclarecidas porque aquela situação ocorreu. Vale dizer que antes dela ter sido abortada, em vidas anteriores foi uma parteira que realizava abortos em diversas mulheres. Esse espírito relatou que seria dado mais uma oportunidade a ambos na vida atual, mas que havia necessidade de ambos estarem preparados para que a mesma situação não ocorresse.

Foi trabalhado a personalidade da mãe, desdobrada em médium, a fim de identificar os motivos pelas quais havia optado pelo aborto, onde as questões apresentadas foram trabalhadas.

Foi realizado um único trabalho e a notícia que tivemos é que as dores desapareceram e Cristina teve dois filhos.

Nota do que aprendemos

  • Em casos onde ocorrem abortos, sejam expontâneos ou provocados, a criança pode permanecer junto ao corpo duplo etérico.
  • Isso pode ocorrer quando existem situações emocionais desarmônicas relacionadas a situação. Entre essas situações, podemos citar: sentimento de tristeza da mãe pela perda, sentimento de tristeza da criança pela interrupção, dor que a criança possa estar sentindo em seu corpo espiritual em virtude de um aborto provocado.
  • O duplo etérico é um corpo extremamente sensível. Situações como essas acabam por gerar no corpo físico diversas patologias.
  • As principais estratégias de trabalho apométrico para esta situação está na sintonia com a personalidade da mãe para identificar e ressignificar as crenças; da criança, para recuperará-la e trabalhar o perdão e sintonia com o corpo etérico da mãe para recuperá-lo e refazer a tela búdica.

Nota sobre Lei da Causa e Efeito:

Quem está tomando conhecimento sobre a Lei da Causa e Efeito, em um primeiro momento pode ficar confuso e mesmo acreditar que não existe o perdão e que tudo que fazemos irá retornar na mesma medida.

Isso não é verdade.

O gênero de provas muitas vezes é escolhido pelo próprio espírito, ao qual querendo adiantar-se para novos planos espirituais, prefere escolher passar pelas experiências as quais infringiu a outros, experimentando em si as dores que provocou a fim de aprender a lição e não voltar a errar.

Ao Homem é dado o livre arbítrio e para este, existe a opção do Perdão e do Trabalho Amoroso. O medo de sucumbir muitas vezes o afasta deste caminho, que não só evitaria em si as dores que causou, como lhe daria o impulso de agir em benefício de outrem.

Abrimos mão da Liberdade (de agir neste mundo) por desejar a Liberdade (de agir no próximo mundo)!

Por querer sair do ciclo da reencarnação rapidamente, preferimos a dor, ao invés do amor! De usar nossa liberdade para sermos o quanto pudermos feliz nesta vida em que vivemos aqui e espalhar essa felicidade em nossa volta.

No entanto, vivemos – simbolicamente – “sucessivas reencarnações” em uma mesma vida. Isto é, recomeçamos a cada tropeço, na mesma vida. Erramos, inconscientemente não nos perdoamos, não perdoamos o próximo e ainda inconsciente desejamos reparar o mal sofrendo dor. Essas situações não geram progresso moral, intelectual e espiritual.

É importante cultivar em nós o auto-perdão, assim como perdoar o próximo e praticar a Caridade em toda sua extensão.

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