8ª Lei da Apometria

9ª Lei da Apometria
04/01/2016
7ª Lei da Apometria
04/01/2016

Oitava Lei da Apomeria

Lei do ajustamento de sintonia vibratória dos espíritos desencarnados com o médium ou com outros espíritos desencarnados, ou de ajustamento da sintonia destes com o ambiente para onde, momentaneamente foram enviadosConceitos sobre Apometria

Enunciado: “Pode-se fazer a ligação vibratória de espíritos desencarnados com médium ou entre espíritos desencarnados, bem como sintonizar esses espíritos com o meio onde forem colocados, para que percebam e sintam nitidamente a situação vibratória desses ambientes”.

Técnica: Quando se quiser entrar em contato com desencarnado de nível vibratório compatível com nosso estado evolutivo, presente no ambiente, projeta-se energia em forma de pulsos rítmicos, ao mesmo tempo que se comanda a ligação psíquica.

Comentários: Por está técnica se estabelece a sintonia vibratória entre sensitivo (médium) e desencarnado, facilitando grandemente a comunicação. Ela abre canal sintônico entre a freqüência fundamental do médium e do espírito. Emitidos por contagem, os pulsos energéticos fazem variar a freqüência do sensitivo do mesmo modo como acontece nos receptores de rádio, quando giramos o dial, do capacitor variável, até estabelecer ressonância com a fonte oscilante (estação emissora) que se deseja. Se o espírito comunicante for enfermo, sofredor ou maldoso, portanto de baixo padrão vibratório, tão logo aconteça a desincorporação devemos elevar o padrão vibratório do médiuns. Se isso não for feito, o sensitivo ficará por algum tempo sofrendo as limitações do espírito comunicante. Em trabalhos de desobsessão, muitas vezes, nos despontamos com espíritos revoltados, vingativos e mesmo maldosos que não aceitam dialogar ou modificar suas condutas através de doutrinação, por mais lógica, ética e amorosa que esta seja. Nestes casos somos levados a fazer com que sintam o ambiente, isto é, entrem em sintonia com as vibrações negativas que estão emitindo, no presente ou em ressonância com as vibrações opressivas que desencadearam no passado. Tão logo projetamos energias em forma de pulsos, por contagem, a sintonia se estabelece, causando grande constrangimento ao espírito agressor. Nestas condições o espírito, assim constrangido, permanecerá nesta situação até que o campo vibratória se desfaça por ordem do operador. Assim tratados os espíritos revoltados, se pacificam e/ou se esclarecem. Os operadores apométricos tem sido criticados por companheiros da Doutrina Espírita que dizem que com tais procedimentos, estamos julgando nosso próximo e interferindo em seu livre arbítrio. Sem qualquer intenção de contender, temos respondido que nossa ação sempre visa o bem do espírito revoltado ou agressor e que o direito de exercício do livre arbítrio termina quando invadimos ou violamos a liberdade ou o direito do nosso próximo. Não fosse assim, a sociedade, da qual somos parte ativa, não deveria coibir a ação criminosa do delinqüentes no pleno exercício da razão.

Crédito: Casa do Jardim